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Barco Poético com Nuno Miguel Henriques

Quinta-feira, 28.05.09

O último destaque que o Sapo me deu fez com que algumas pessoas viessem até aqui e partilharam das minhas paixões. Recebi muitos comentários, os quais agradeço imenso, e recebi dois emails muito interessantes. Um deixo para outras núpcias; o outro irá ser destacada hoje.

A pedido de Carlos Antunes, do Museu da Poesia, deixo aqui o convite para participarem numa iniciativa louvável para os amantes da poesia, em particular, e os amantes da cultura, em geral.

"O Barco Poético é hoje uma iniciativa de sucesso reconhecido, pelo seu carácter dinâmico, inovador e de aventura, que já levou milhares de pessoas pela viagem da poesia portuguesa.

Com viagens regulares no Rio Tejo, no Rio Douro, no Rio Mondego e ocasionais no Rio Sado e Barragem do Alqueva, este evento é hoje uma referência nos amantes da língua portuguesa e da lírica em particular. Nada melhor que associar a aventura ao mundo fantástico da poesia, pois como escreveu Miguel Torga "Em qualquer aventura, o que importa é partir, não é chegar!". Ao longo de muitos anos, tem-se tentado cativar e criar apetência nos jovens e público em geral, para os autores portugueses e a poesia em particular.

Assim, o Museu da Poesia promove este acontecimento não só para estudantes e professores de todo o país, como para grupos seniores, autarquias e outros, além de viagens especiais para famílias e pessoas individuais.

 

Uma aventura única, singular e diferente.

 

Uma viagem multidisciplinar, que conjuga a aprendizagem de diversas disciplinas assistindo-se a um Recital e conversando-se sobre Poesia com o diseur Nuno Miguel Henriques, duarnte uma parte da viagem em verdadeiro espectáculo poético, onde o cenário são as águas dos rios, as luzes das cidades ou simplesmente otras navegações, além de adereços e apontamentos, ilustrados por sons musicais e muitas vezes naturais das aves e do bater das correntes e da mutação constante que a água leva no seu percurso natural e poético.

 

Durante o resto do tempo, vislumbra-se a paisagem nesta viagem pela e com a poesia portuguesa e imbuídos de um espírito aventureiro, numa façanha de alma e da língua portuguesa.

Em qualquer dos casos, o repertório é escolhid conforme o público presente, aceitando o Museu da Poesia sugestões de organizadores.

Este evento é realizado ora em embarcações tradicionais e históricas, ora em barcos mais convencionais, conforme as datas, locais e disponibilidades.

 

Depois do Barco do Amor, agora temos ao dispor o Barco Poético, onde esperamos continuar a receber milhares de pessoas de todo o país, aconselhando a reservas antecipadas, pois as datas disponíveis têm tendência a esgotar facilmente.

 

O Barco da Poesia tem uma viagem úncia com a interpretação a bordo de um barco, de textos de Poetas Portugueses pelo diseur Nuno Miguel Henriques (www.nunomiguelhenriques.com).

 

Além das viagens diurnas para grupos organizados, o Museu da Poesia promove igualmente viagens nocturnas nos rios Mondego, Douro e Tejo."

 

 

É um evento a não perder e aproveito para vos dar as datas das viagens especiais na companhia de Nuno Miguel Henriques:

 

Rio Tejo (Veleiro Príncipe Perfeito): 18 Junho, às 21:45

Rio Mondego: 26 Junho, às 21:45

Rio Douro: 03 Julho, às 21:45

 

Para mais informações, vá a www.museudapoesia.com ou envie um email para geral@museudapoesia.com

 

Se preferir falar, ligue para os seguintes números: 210 135 916 / 220 176 079 ou 961 245 985 / 938 646 610

 

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por Paula Patricio às 20:48

2 comentários

De bostadebovideos a 30.05.2009 às 23:32

Paula .Reparei que estás a ler Sombras em Telavive, suponho que uma das compras desta feira do livro que tanto divulgaste. Eu ando a reler um livro antigo, Escola de Raparigas, ou Filosofia das Damas, de autor anónimo do século XVII que me sugestionou para um trabalho sobre a sexualidade, que procuro aprofundar sem preconceitos. Fiquei maravilhado com esta divulgação que fazes dos passeios poéticos, ou barcos de poesia, que imagino uma delicia para os amantes de dias serenos sobre águas mansas.

Não resisto a oferecer-te uma tentativa de poema, que registe o teu sentir...



Vim para Lisboa

mas trouxe a ilha no olhar

o verde mar o som que soa

das águas profundas do mar



sou uma flor da Terra Nostra

que cedo se deixou arrancar

trazida pelo vento como amostra

e por amor me deixei encantar



a alma permanece lá contudo

porque sou gente dos Fenais

e quem tal é nasce de luz sortudo

ainda que viva de lá longe de mais



eu digo que sejas bem vinda

que frutifique aqui a tua simpatia

sendo eu cativo da ilha onde se finda

a ilusão do ser que vive em agonia



Das entranhas da terra sulfurosa

soltam-se vapores rugidos de esperança

saudo em ti a bela amante fulgurosa

os olhos doces e o sorriso de criança



Beijinhos de amizade

De Paula Patricio a 31.05.2009 às 17:13

Não foi uma tentativa de poema, mas sim um poema.
Fiquei muito contente com as tuas amáveis palavras

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